Geopolítica, Banco Master, INSS e as eleições
11/03/2026 - 09:56
Não é mais segredo para ninguém que China e EUA lutam por nacos do mundo. No Brasil está claro que a esquerda, o Lula - por esquerda significar ser comunista e por a China ser uma ditadura comunista- estão do lado da China. Mas isto não acontece agora, teve início desde 2018, preparando o terreno para 2022. Fica evidente que estão do lado da China no Brasil o judiciário, a grande mídia, os institutos de pesquisa, as universidades públicas e os artistas globais, com o trunfo de não se ter urnas auditáveis.
Esse bloco pro China - esquerda, PT, justiça, grande mídia, institutos de pesquisa, universidades públicas e artistas globais - fizeram de tudo para combater a direita, especialmente a direita conservadora. Descondenaram o Lula, anularam os processos da Lava Jato, perseguiram jornalistas/youtubers e já nas eleições, praticaram atos de censura despudoradamente.
Mas a vitória foi apertada - se é que ela aconteceu de fato, as multidões continuaram lotando as ruas sob a liderança do Bolsonaro. Então os defensores do capitalismo de estado chinês avançaram em outra frente, prender Bolsonaro para tirá-lo não só da disputa à presidência em 2026, como da liderança do processo eleitoral quanto às ações e estratégias da direita. Ainda antes da condenação, Bolsonaro não podia se comunicar com o presidente do seu partido, o PL.
Com a prisão de Nicolas Maduro e com assassinato do aiatolá do Irã juntamente com destruição de sua estrutura de guerra e de terrorismo, os EUA equilibram o pêndulo geopolítico. A esquerda no Brasil não está jogando tão solto como antes. Na América Latina, a direita vem ganhando espaço, impulsionada pelo sucesso de Javier Milei na Argentina e o de Nayib Bukele em El Salvador e com a vitória nas eleições recentes no Chile.
A esquerda no Brasil se vê mais uma vez enredada em corrupção com os escândalos do Banco Master e do INSS. A corrupção ronda Lula mais uma vez com Lulinha sendo investigado por fraude no INSS.
Com o envolvimento de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o Banco Master, quando se olha pelo retrovisor, fica claro que a condenação do Bolsonaro, baseada em uma delação premiada controvertida e sem provas, não se para em pé. O que houve foi apenas o modus operandi chinês atuando em nossas plagas, para tirá-lo do jogo político.
Moraes perdeu o vigor de bastião da democracia e a narrativa de que por ela valia a pena seguir caminhos questionáveis, para dizer o mínimo. Começa-se a ver que o fascismo da direita foi apenas uma retórica implantada pela grande mídia na mente dos incautos, propagandisticamente, 24 horas por dia, durante oito anos - um massacre midiático, sem o qual a direita teria vencido com os pés nas costas.
A rede Globo já pulou do barco, denunciando os excessos do STF. A situação está delicada para a esquerda, resta a urna inauditável. O grande xerife - imprevisível e meio insano - está olhando para tudo. Conter a esquerda corrupta/autoritária e o terrorismo no mundo dará condições para que os homens e mulheres dignos (as) da esquerda - sim, eles e elas existem - ganhem espaço e que junto com a direita que pegou a bandeira da ética pública rota e enlameada do chão e a recosturou e a alvejou, se unam por um país sem polarização e que os competentes venham a governar algum dia.